sexta-feira, 6 de junho de 2014

O QUE NOS IMPEDE DE SERMOS CONQUISTADORES Deuteronômio 1:21-30




O QUE NOS IMPEDE DE SERMOS CONQUISTADORES
Deuteronômio 1:21-30

Introdução:
Eu comecei a semana que se passou fazendo uma declaração muito importante para mim mesmo: “Me recuso a crer que o que Deus tem é só isso”.

Esta declaração surgiu por causa de um desejo que tenho de conquistar mais.

Sou muito grato a Deus por já me haver dado o que tenho, porém me recuso a crer que é só isso (se eu tivesse um caminhão, pode acreditar: no pará-choque dele estaria escrito aquela frase: “Não tenho tudo que amo, mas amo tudo que tenho”, só que eu acrescentaria: “e o que ainda não tenho, tô em busca!”).

É que para mim há mais coisas a serem conquistadas! Eu creio, sinceramente, que o melhor de Deus para a minha vida, para a minha família, ainda está para ser conquistado, e eu não posso perder a oportunidade de conquistá-las.

E isto, então, me levou a meditar um pouco neste livro da Bíblia, porque, conforme Deus me mostrou, há coisas que podem nos impedir de ser conquistadores (este, inclusive, é o tema do sermão hoje: “O QUE NOS IMPEDE DE SER CONQUISTADORES”.

Às vezes ocorre de nos acomodarmos com pequenas conquistas na vida. Mas há pessoas que simplesmente não tem conseguido conquistar absolutamente nada. Eu quero ler para você Dt 1.21-30.

Estas palavras foram ditas por Moisés ao povo de Israel, quando eles estavam à beira da Terra Prometida. Moisés está explicando PORQUE ELES ATÉ ENTÃO NÃO TINHAM CONQUISTADO NADA.

Embora Deus lhes tivesse feito promessas e a terra fosse uma grande benção, toda uma geração perdeu a oportunidade de conquistá-la.

Há muitas coisas que podem nos impedir de viver o melhor de Deus para nós.

VAMOS APRENDER COM ESTA HISTÓRIA QUE, PARA CONQUISTAR O MELHOR DE DEUS PARA NÓS, ENTÃO, PRECISAMOS, em primeiro lugar:

1. PÔR FIM À NOSSA FALTA DE DISPOSIÇÃO (v.26a)
Na primeira parte do v.26, Moisés diz que eles "não quiseram" entrar na terra; “não quiseram tomar posse da terra” -NTLH.

Isto mostra uma falta de vontade, de disposição.

Ora, um cristão tem que ser alguém esforçado, que persegue seus alvos sem desanimar.

Certa ocasião, Jesus estava falando para as pessoas: “Quem começa a arar a terra e olha para trás não serve para o Reino de Deus”, Lc 9.62.

O autor da carta aos Hebreus, escreveu isto: “Nós não somos gente que volta atrás e se perde...”, Hb 10.39.

E o apóstolo Paulo, autor de 13 cartas do NT, escreveu numa delas a respeito da sua missão. Ele disse: “É para realizar essa tarefa que eu trabalho e luto”, Cl 1.29.

Meu amado: Será que você não está perdendo a benção por falta de disposição para lutar, para se esforçar por ela?

Quero lhe dizer: As portas que dão acesso às bênçãos não se abrem automaticamente!

...talvez você pense: “Ah! Basta que eu esteja numa igreja, basta que eu proceda bem, sendo uma boa pessoa, honesta, amorosa e responsável... então as portas vão se abrir e serei abençoado” – ninguém é abençoado apenas por estar bem intencionado; você precisa estar disposto a fazer esforço, a lutar pela posse da bênção!

Sempre que íamos ao Shoping lá em São Paulo, o Davi se divertia com as portas: bastava aproximar-se 1 metro delas, que se abriam misteriosamente. Mas não é assim que se passa com a maioria das portas. Já reparou que há duas palavras que abrem muitas portas: "Puxe" e "Empurre". Isso significa: tome uma atitude, faça um esforço, mexa-se, que a porta vai se abrir!

Muitas pessoas estão tendo poucas conquistas porque lhes falta esta disposição para se esforçar; elas se acomodaram... não querem entrar na terra, não querem se dar ao trabalho de lutar, não se esforçam por coisa alguma, e por resultado, não conquistam coisa alguma.

Uma vez ouvi isto: “Se você faz o que sempre fez, conseguirá o que sempre conseguiu”.

A falta de disposição nos impede de ser conquistadores. E a carência do mundo hoje é justamente esta: de pessoas conquistadoras.

Dois professores de universidade afirmaram que uma nova espécie de homem está emergindo no Ocidente. É uma nova espécie, do tipo que come demais e, às vezes o alimento errado, e muito mais do que o necessário para o seu gasto de energia; e como resultado, adoece facilmente. Aqueles professores chamaram essa espécie de “homo sedentaurius” que, segundo eles, quer dizer: “Homem sentado”.

O tipo de vida de muita gente é de fato assim: ...sentados na condução, sentados no escritório, sentados diante da TV   ... essa acomodação nos têm impedido de ser conquistadores!

E a acomodação das pessoas têm sido tão grande que num escritório, a seguinte nota foi afixada no mural de avisos, bem à entrada do pessoal: “Chegou ao conhecimento da gerência, que funcionários que morrem no servi   ço, não estão caindo ao chão. Este procedimento deve terminar, porquanto se torna impossível distinguir entre a morte e o movimento natural dos empregados. Por isso, todo funcionário que for encontrado morto numa posição vertical será retirado da folha de pagamentos”.

Esta engraçada nota encontra um paralelo entre muitas pessoas: elas podem ter gestos de que estão buscando   , de que estão lutando e fazendo esforço para conquistar o melhor de Deus, mas sem ter um coração realmente disposto – quer dizer, por trás da aparência normal há uma falta de verdadeiro entusiasmo por uma conquista de Deus.

Por isso que precisamos pôr um fim à nossa falta de disposição. Ela simplesmente não compensa.

Um ditado popular diz que “Devagar se vai longe” ...mas, cá entre nós: demora um tempão!

Você realmente quer o melhor de Deus para a sua vida? ...então ponha fim à falta de disposição, lute pela bênção. Amém?

...PARA VIVER O MELHOR DE DEUS PARA NÓS, outra coisa que PRECISAMOS é...
2. DAR UM BASTA À NOSSA REBELDIA (v.26b)
Moisés diz também que eles foram "rebeldes", ou seja, desobedientes a Deus.

O v.26 diz assim: “fostes rebeldes à ordem do Senhor, vosso Deus”.

Rebeldia é desobediência (e esta pode ser a única explicação porque algumas pessoas não são abençoadas ou são só um pouco abençoadas).

O bispo Marcelo Crivella declarou numa mensagem: "O segredo para vencer todas as barreiras e lutas nesta vida é obedecer". É fato isso: Quem não obedece, padece.

Hoje, na igreja, precisamos resgatar o ensino da obediência!

Sim, porque Jesus ordenou isso para a igreja. Ele disse: “Vão e façam discípulos de todas as nações” e falou “ensinando-os a obedecer”. Porém, infelizmente, a igreja ensinou outra coisa; ela passou muito tempo ensinando na Escola Dominical a História dos heróis da Bíblia, a Geografia dos lugares bíblicos... passou muito tempo ensinando que a Bíblia tem 66 livros... que o maior capítulo é o... enfim, a obediência deixou de ser ensinada e a população dos rebeldes cresceu.

Amados: Deus tem princípios na Sua Palavra que devem ser obedecidos.

Essas são todas as letras do alfabeto de Deus: “o-b-d-c”!

Quando não obedecemos, perdemos a benção!

Vamos ver alguns exemplos:
Se desonramos pai e mãe, perdemos a benção de viver mais anos sobre a terra - Dt 5:16: “Honra a teu pai e a tua mãe, como o SENHOR, teu Deus, te ordenou, para que se prolonguem os teus dias e para que te vá bem na terra”.

Se não entregamos os dízimos, perdemos a benção da prosperidade e abrimos portas à maldição - Ml 3:8-10: “Eu pergunto: "Será que alguém pode roubar a Deus?" Mas vocês têm roubado e ainda me perguntam: "Como é que estamos te roubando?" Vocês me roubam nos dízimos e nas ofertas   . Todos vocês estão me roubando, e por isso eu amaldiçoo a nação toda. Eu, o Deus Todo-Poderoso, ordeno que tragam todos os seus dízimos aos depósitos do Templo, para que haja bastante comida    na minha casa   . Ponham-me à prova e verão que eu abrirei as janelas do céu e farei cair sobre vocês as mais ricas bênçãos”.

Se prejudicamos o nosso corpo (com vícios, prostituição, etc...), somos destruídos - I Co 3:16,17: “Certamente vocês sabem que são o templo de Deus e que o Espírito de Deus vive em vocês. Assim, se alguém destruir o templo de Deus, Deus destruirá essa pessoa. Pois o templo de Deus é santo, e vocês são o seu templo”.

Quem não obedece, padece. (diga isso à pessoa do seu lado).

Quero dizer mais: Se algum de nós é do tipo de pessoa que só obedece a Deus quando dá vontade, vai ser duramente repreendido pelo Senhor.

Nós precisamos obedecer a Deus, quer tenhamos vontade ou não – obediência não é uma opção é mandamento!

Um dos livros de sabedoria da Bíblia, (Eclesiastes 12.13), diz: “De tudo o que foi dito, a conclusão é esta: Tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos porque foi para isso que fomos criados”.

Marcos Witt conta num livro que escreveu, que quando era menino, quase todas as tardes a sua mãe o mandava ir à padaria comprar pão e leite. Marcos não soube dizer a quantidade exata de vezes em que não "teve vontade" de cumprir aquela tarefa, mas deve ter sido, provavelmente, mais de 1.337 vezes. Contudo, ele conta que nunca caiu na bobagem de dizer as palavras "Não estou com vontade" para a sua mãe. É que, se ele tivesse dito isso alguma vez, seu pai ou mãe teria pegado o cinto para lhe dar uma boa correção, e ainda lhe dizer: "Pois comece a ter vontade!"

Deus manda obedecermos à Sua Palavra. Comece a ter vontade de obedecer! Amém?

O melhor de Deus é conquistado quando damos um basta em nossa rebeldia e começamos a obedecer a Deus.

...MAS PARA CONQUISTAR O MELHOR DE DEUS PARA NÓS, em terceiro lugar, PRECISAMOS:
3. PARAR COM A MURMURAÇÃO (v.27)
Sabe o que é murmurar? ...é "falar entre os dentes", é reclamar, queixar-se.

Isso me lembra a boneca Emília, do Sítio do Pica-Pau-Amarelo. Emília é murmuradora como só ela. Outro dia meu filho estava assistindo ao programa, quando a boneca pensava em voz alta, dizendo algo mais ou menos assim: "Quanto mais penso na natureza, mais defeito encontro." Isso me deixou curioso e fui prá sala acompanhar a cena de perto. E logo    a boneca exemplificou: "a vaca, por exemplo: por que a vaca tem dois chifres na frente e nenhum atrás?" E Emília murmurava: “isto não está certo! Os inimigos geralmente atacam por trás e não pela frente. Os chifres deveriam ser atrás”. E depois da vaca, Emília foi murmurar contra outras coisas.

Não é essa a linguagem do cristão. Dos lábios do crente deve sair o louvor e a gratidão.

Mas você encontra crentes murmuradores por aí. A Cristina Mel canta uma canção que descreve o "crente gelatina", um tipo que é mole demais, e por isso, vive reclamando, murmurando!

Ouça: O problema disso é que quando murmuramos, nós damos lugar a ação de demônios, porque nossas palavras são sementes no reino espiritual (o você fala é como semear... um dia vai colher).

Quero lhe mostrar uma parte da Bíblia (1Co 10.10) que, se referindo ao povo de Israel nos dias de Moisés, está escrito assim: “Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador”.

Aquele verso fala de uma destruição causada por um anjo destruidor, (portanto, um anjo maligno), exterminador, um anjo de morte – são demônios (eles se alimentam de nossa murmuração e depois nos destroem)!

Watson escreveu: "Nossa murmuração é música para o diabo". E ela tem sido bastante executada por aí.

Aqui mesmo na cidade, o maior período de murmuração que eu já vivi foi aquele em que ficamos sem água por 15 dias ou quase... o diabo gostou tanto da música que depois, não houvesse bastado a falta da água, ficamos também sem energia elétrica por dois dias! Está lembrado?

Eu tenho comigo que a murmuração é um pecado de nossa cidade perante Deus. Vivemos numa terra onde o calor é intenso. É a natureza do lugar! Mas como os Dorenses, os nascidos nesta terra, murmuram contra o calor. Mas no final do ano passado choveu praticamente uma semana inteira. Contemplando aquela chuva mansa que estava caindo, o Senhor me falou naquela ocasião: "Esta cidade reclama muito de chuva. Esse é um povo murmurador".

Se queremos o melhor de Deus para nossas vidas, amados, precisamos parar com a murmuração!

A murmuração (contra Deus, contra a vida, contra os líderes, contra políticos...), a Palavra de Deus ensina: abre portas para espíritos destruidores atuarem em nossas vidas.

Mas você quer conquistar o melhor de Deus? Então pare com a murmuração.

A vontade de Deus é que aprendamos a viver agradecidos em qualquer situação - I Ts 5:18: “sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês, por estarem unidos com Cristo Jesus”.

Como expressou um poeta: "Não chores pelas coisas terem terminado. Sorria porque um dia elas existiram". - Luiz E. Boudakian – Isso é mais saudável e é o que Deus quer. Amém?

Amados, PARA VIVER O MELHOR DE DEUS PARA NÓS, PRECISAMOS AINDA...
4. LANÇAR FORA TODO O MEDO (v.28)
O quarto    impedimento para a conquista foi o medo, foi o pavor que o povo de Israel teve diante dos seus inimigos.

Medo, alguém disse, é derrota antecipada.

Quando temos medo de enfrentar as situações e os demônios que estão por trás delas, somos impedidos de avançar.

O medo de perder tira a vontade de ganhar. Eu aprendi isso.

Uma vez, dirigindo o culto na igreja lá em São Paulo, o Espírito Santo me tocou para chamar uma senhora enferma à frente da congregação (ela tinha uma ferida na perna que não se cicatrizava e andava com um curativo constante), o Senhor me deu um toque para chamá-la perante todos e dizer à ela: “Senhora, retire    esta atadura, porque sua ferida secou”. Quando eu ouvi isso de Deus, imediatamente me recusei, dizendo: “Eu não vou fazer isso, não! E se eu falar e não acontecer nada?” Eu tive medo e me calei. Fui pra casa sem comentar nada, nem com minha esposa, sobre o que tinha se passado entre eu e Deus naquela noite de domingo. Mas naquela semana, na terça-feira, eu estava sentado num ônibus à caminho de casa, quando à certa altura, aquela senhora entrou. Ela entrou alegre, jovial, pagou a passagem, (foi a primeira vez que vi uma pessoa pagar preço do ônibus com tanta satisfação)! Ela me viu sentado lá trás e lá da frente me saudou em voz alta “A Paz do Senhor, pastor!”, foi quando observei que não havia mais atadura em sua perna e, antes mesmo que eu perguntasse pelo que havia acontecido, ela se aproximou dizendo: “Veja, pastor, o médico me deu alta. A ferida secou. Estou curada!” . Eu me alegrei com ela, mas logo que me vi sozinho, eu lamentei. Eu disse: “Oh! Deus, o Senhor me pediu para dizer isto à ela no domingo perante todos, mas eu tive medo, e agora, por causa do meu medo, o Senhor deixou de ganhar vivas de júbilo por parte da igreja”.

Sabe que é medo? ...é falta de confiança em Deus, é falta de fé.

O medo impede que o sobrenatural de Deus opere em nosso favor - Tg 1:6,7: “...quem duvida é como as ondas do mar, que o vento leva de um lado para o outro. Quem é assim não pense que vai receber alguma coisa do Senhor”.

Irmãos: Deus não age em quem está em cima do muro, na dúvida.

A igreja muitas vezes se intimida, se acovarda. Outro dia li a história de uma igreja batista, uma igreja cujo culto de meio de semana era na quinta-feira. Por que será que é na quinta-feira? Aquele artigo explicava: é que ao lado do templo havia um centro de umbanda, e uma placa em frente que dizia: "Reuniões: segunda, terça, quarta, sexta-feira e sábado". Enquanto isso a placa da igreja batista anunciava: "Cultos: quinta feiras e domingos". Exatamente os dois dias deixados livres pela macumba! Aquela igreja teve medo de conquistar espaços maiores e fracassou.

Meus irmãos e irmãs: O melhor de Deus ainda está para ser conquistado. Não podemos ter medo de encarar os desafios, de encarar os inimigos... Amém?

Por isso, se há medo no seu coração, se há medo na igreja – ele precisa ser lançado fora e destruído!

E ouça: Um relacionamento intenso com Deus é que destrói todo medo que há em nós - I Jo 4:18 diz que “o verdadeiro amor lança fora o medo” e Paulo escreveu para Timóteo, dizendo (2Tm 1:7): “o Espírito que Deus nos deu não nos torna medrosos; pelo contrário, o Espírito nos enche de poder e de amor e nos torna prudentes”.

Quando ganhamos intimidade com Deus, sentimos os braços de Deus por baixo de nós, e assim, não precisamos ter medo do que está diante de nós.

Uma frase muito comum na Bíblia é "não temas"; ocorre 365 vezes em toda a Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano.

Irmão, não temas, não tenha medo – o medo nos impede de ser conquistadores... lance fora o medo!

...Se sua companhia favorita é alguém mais medroso que você, mude de companhia!

Dois viajantes encontraram um urso na estrada. O primeiro subiu numa árvore e se escondeu. O outro, apavorado, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto. O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora. (Dizem que um urso não mexe com quem está morto). O que estava na árvore desceu e perguntou ao outro companheiro o que o urso tinha cochichado. “Ah! Ele me disse para não viajar mais com quem foge de medo”.

Conclusão
O que impede você de ser um conquistador?
A falta de disposição? ...ponha fim nela!
A rebeldia? ...dê um basta à ela!
A murmuração? ...pare com ela!
O medo? ...fora com ele!

Amado: Só podemos conquistar o melhor de Deus se nos arrependermos dos nossos pecados e deixarmos que Ele governe nossa vida.


Você Quer fazer isto agora???

Comunidade Pentecostal Cristo para as nações
Av. Olímpio Garcia ( Antiga Norte Sul) nº934
Bairro Eldorado Contagem MG
Fone: (31)-3911.68.42 / 8617.8267
Cultos:
Segunda:    Culto de Busca do Espirito Santo
Terça:        Ensaio de Louvor
Quarta:      Culto da Palavra Revelada
Quinta:       Ensaio de Danças Coreográficas
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Sábado:     Segundo do Mês Encontro de Vasos
Sábado:    Ultimo Mês Encontro de Jovens
Domingo:  08:00hs Escola Bíblica Dominical
Domingo:  10:00hs Evangelismo
Domingo: 19:00hs Culto de Louvor e Adoração e palavra Profética.

Geração de Conquistadores

Geração de Conquistadores

Fazemos parte de uma geração que se levanta em fé, de uma geração que se prepara para a batalha, que se prontifica para ganhar cidades e para derrubar muralhas.

A geração de Josué foi umas das gerações que mais conquistou.

O próprio Josué recebeu uma cidade    como resultado das suas conquistas. Js 19:49

Quem era Josué?

JOSUÉ era um CONQUISTADOR

conquistador Dicionário Porto Editora

1. aquele que faz uma conquista pelas armas; subjugador
2. vencedor
3. aventureiro
4. sedutor

Conquistador = Conquista + Dor

Ele conquistou Jerico adorando a Deus. (Js 6)

Mas antes de se tornar conquistador ele enfrentou o desânimo.

Josué 1.8-9: Então farás prosperar o teu caminho, e serás bem-sucedido. Não te mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo. Não pasmes, nem te espantes, porque o Senhor teu Deus é contigo por onde quer que andares.
Desânimo é um estado de abatimento da alma.
O desânimo que não é resistido tende a agravar-se até ao ponto de a pessoaperder    toda a motivação, a alegria e a perseverança.

Um servo de Deus não pode ficar desanimado! O primeiro capítulo do livro de Josué contém uma série de recomendações que o próprio Deus entregou a Josué quando ele assumiu a liderança do povo de Israel. O Senhor prometeu vitórias e prosperidade. Porém, tudo estava condicionado à perseverança de Josué e ao seu bom ânimo.

Deus tratou de ministrar durante todo o ministério de Josué para que o desânimo não se instalasse em sua vida, porque o líder desanimado não conquista nada.

Em Js 10, foi Josué quem ministrou ao coração do povo de Israel acerca do desânimo.
Eis as palavras de Josué ao seu povo: Não tenham medo! Não desanimem! Sejam fortes e corajosos! (Js 10.25).

O desânimo faz parte do car   ácter do derrotado. Um discípulo de Cristo tem a bênção do Deus Todo Poderoso para vencer e conquistar territórios. Lutas, dificuldades, adversidades... Todos têm que enfrenta-las. Sem    elas não há conquista nem vitória. Mas Deus garante que estará connosco por onde quer que andarmos. Aleluia! 

O próprio Senhor Jesus ministrou este ensino aos seus discípulos, advertindo-os:Neste mundo vocês terão aflições. Contudo, tenham ânimo. Eu venci o mundo.(João 16.33).

Josué era um adorador.

Capitulo 32 de Deuteronomio vemos Josué junto com Moisés a erguer umacanção de adoração ao Senhor. (Dt 32:44)

Adoração não é negócio, não é troca, adorar é reconhecer Deus por aquilo que Ele é. A verdadeira adoração move a mão de Deus, porque Deus procura aqueles que adora em espírito e em verdade.

Mateus 15:21-28 Mulher cananéia com a filha possessa.

Respeito (v22) : “ Jesus filho de David…. (adoração) minha filha está miseravelmente possessa.”Silêncio de Jesus (v 23)
Intercessão pelos discípulos (v 23) :”Despede-a que vem atrás de nós.”
Rejeição (v24): “Eu não fui senão enviado às ovelhas perdidas da casa    de Israel.”
Quebrantamento e adoração genuína (v25): “adorou-o”
Teste à adoração genuína (v26): “Não é bom pegar o pão dos filhos e deitá-los aos cachorrinhos.”

Josué era um discípulo.
Por vezes pensamos que como adoradores/conquistadores temos que ser o número 1 temos que ter a primazia em tudo sem prestar contas. Josué, o grande líder estava sempre ao lado de Moisés (Dt 32:44)

Como discípulo ele foi:
Obediente e valente – Ex 17:8 – era jovem
Companheiro e leal – Ex 24:13 – Sempre ao lado do seu líder.

Josué era um homem de estratégia
Preparou-se para a guerra Js 1:10
Procurou saber contra quem era a sua guerra – não ataca a prostituta, mas conquista a cidade. (Js 2)

CONTRA QUEM É A TUA LUTA?

Características de um conquistador:

1. Tem a palavra da promessa no coração (Js 14:6) (14 meses – 20 Março 09 – 20 Maio 2010
2. Confiança (Js 14:7)
3. É encorajador (Nm 14:6-9)
4. É perseverante (Js 14:8,9)
5. É determinado (Js 14:10)
6. Tem um espírito de Vitória e Ousadia (Js 14:11)
7. Tem uma fé inabalável no Senhor da Promessa (Js 14:12)
8. Faz da conquista um memorial da sua aliança com Deus (Js 14:13-15)

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sexta-feira, 30 de maio de 2014





A Importância da Santa Ceia para a Igreja de Cristo

A Importância da Santa Ceia para a Igreja de Cristo: A Ceia do Senhor Jesus, é uma das Festas mais solene da Igreja, de muitíssima importância. A sua importância relaciona-se com o passado, o presente e futuro.
Sua importância no Passado: É um ato «memorial» (gr. anamnesis) da morte de Cristo no Calvário, para nos remir da condenação (Luc 22.19; 1 Cor 11.24-26). «...Fazei isto em memória de mim...». Este é um importante elemento na Ceia do Senhor Jesus. Trata-se de uma memorial em face de tudo quanto Cristo foi e fez pelos homens, sobre tudo em sua expiação. Umas das funções da Ceia do Senhor Jesus é de fazer-nos lembrar a redenção que possuímos através de Cristo, que estende potencialmente a todos os homens, tal como a páscoa levou a nação de Israel a lembrar-se de sua redenção da servidão no Egito. Na celebração da Santa Ceia, as nossas mentes se voltam para o Calvário, relembrando do Sacrifício de Jesus, em nosso favor. Embora, que em todo tempo devemos lembrar-nos deste Santo Sacrifício, todavia, temos um dia especifico e oportuno para esta comemoração e meditação. É também um ato de «ação de graças» (gr. eucharistia) pelos benefícios provenientes do sacrifício de Jesus Cristo (Mat 26.27,28; Marc 14.23; Luc 22.19). «...Fazei isto...», isto é, «repeti este rito memorial, em lembrança de minha pessoa». Cumpre-nos relembrar tudo quanto Cristo fez em prol da humanidade, na redenção e na esperança que Ele nos trouxe; não permitamos que a sua vida seja vã para conosco, reconheçamos a importância da mesma. Tudo isso devemos perenemente relembrar.
A ordenança sobre o elemento «memorial» da Ceia do Senhor Jesus, é levada a efeito para mostrar Cristo aos homens, para conservá-lo na lembrança dos crentes, e, sobretudo para relembra a «morte» de Cristo. É importante conservar o seu sacrifício expiatório perante os olhos dos homens. Este «memorial» entrou em vigor desde que Cristo encerrou a última refeição pascal com os seus discípulos, até à sua vinda. Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é uma forma especial de «ação de graças», pelo dom inefável de Jesus Cristo, o Redentor de todos os homens.
Sua importância no Presente: A Santa Ceia expressa a nossa «comunhão» (gr. koinonia) com Cristo e, de nossa participação nos benefícios oriundos da Sua morte sacrificial e ao mesmo tempo expressa a nossa «comunhão» com os demais membros do Corpo de Cristo (1 Cor 10.16,17). A Santa Ceia, a mesa do Senhor Jesus é o lugar onde Cristo, o hospedeiro, se encontra com os remidos, é a mesa onde os dons preciosíssimos são dados e recebidos. É o lugar onde Cristo se identifica com a necessidade humana, a verdadeira necessidade, a necessidade da alma. A Santa Ceia é o símbolo da nossa união com Cristo. É o sinal externo e visível de uma graça interna e invisível. A Santa Ceia é uma festa de «ação de graças» onde rompemos em louvor a Cristo. Lembre-nos que a Mesa é do Senhor Jesus, Ele é quem nos convida a participar deste ato glorioso, foi Ele que se ofereceu e se entregou por nós, o convite é de Cristo, o hospedeiro, nós somos os seus convidados. Que glorioso é saber que Cristo não está ausente, mas presente conosco, de uma forma tão tremenda, que dEle participamos, ao comermos do pão e bebermos do suco da videira, os elementos que representam essa comunhão.
Sua importância no Futuro: A Santa Ceia é um ato que antevê a volta iminente de Jesus Cristo para arrebatar a Sua Igreja e, um antegozo em podermos participar com Cristo, na Ceia das Bodas do Cordeiro (esta Ceia não é literal, mas figurada, espiritual, mística, pois lá (no reino celestial) não existe nem pão e nem suco de uva, (Luc 22.17,18,30; Apoc 19.9)). Uma das expectações de Paulo com relação à vinda de Cristo era a comemoração da Ceia do Senhor Jesus, quando esperançoso ele disse aos coríntios: «Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha» (1 Cor 11.26).
«...anunciais a morte do Senhor, até que ele venha». Cristo foi arrebatado de nós em sua presença física. Mas até mesmo essa sua presença física nos será restaurada. Paulo vivia na expectação diária desse acontecimento, visto que não esperava o grande intervalo da era da Igreja, que já se prolonga por quase vinte séculos. Mediante a adição destas palavras, ele determinou a prática contínua da ordenança da Ceia do Senhor, até à restauração da presença visível do Senhor Jesus. Isso ensina a «perpetuidade» desse rito; e vai de encontro a interpretação dos «hiperdispencionistas», os quais ensinam que o batismo em água e Ceia do Senhor Jesus não tinha por intuito fazer parte das atividades permanentes da era da Igreja, mas antes, que deveriam ser eliminados, como sucedeu a todos os ritos e cerimônias, a fim de que a pura graça reinasse sem quaisquer ordenanças que simbolize a fé cristã. Mateus (o único entre os evangelhos sinópticos) concorda com Paulo sobre o sabor escatológico e profético da Santa Ceia (Mat 26.29; 1 Cor 11.26). Nela não só exibimos a morte do Senhor Jesus, «até que ele venha», mas também pomo-nos a meditar o sobre o tempo em que ele voltará para celebrar a Sua Santa Comunhão com os que lhe pertence, em seu reino glorioso. Cada celebração da Ceia do Senhor Jesus é uma prelibação e antecipação profética do grande banquete de casamento que está sendo preparado para a Igreja.
As bênçãos e a segurança para aqueles que celebram a Santa Ceia
O Sacrifício de Jesus Cristo e a Santa Ceia estão inseparavelmente ligados. Consideramos que A Ceia do Senhor Jesus é um a «Festa espiritual em torno do Seu Sacrifício» (1 Cor 10.14-22). «Em memória de mim...» (Luc 22.19; 1 Cor 11.25,26). Visto que o sacrifício de Cristo tem que ser espiritualizado em tantos pontos, a linguagem acerca da Festa em torno de Seu sacrifício é indubitavelmente espiritualizada também, mas não deve ser despida do seu significado. Não participamos de um Cristo meramente físico, mas do Cristo Glorificado, o Deus que se encarnou. O modo pelo qual Cristo se mostra disponível para a nossa participação sobre a terra, hoje em dia, é presumivelmente na qualidade de Espírito Santo (João 14.16,17; 1 Cor 3.16).
Semelhantemente, quando Jesus tomou o pão e o vinho (fruto da vide) e deu aos Seus discípulos, dizendo: «Fazei isto em memória de mim», não estava simplesmente a exortá-los para que mantivessem boa comunhão entre si, mas estava transmitindo um rito mediante o qual podiam mostrar em símbolo a Sua Presença Eterna com a Sua Igreja. Assim é que a Igreja tem aceitado o simbolismo das ordenanças; o Batismo em Águas correntes em nome do Pai, Filho e Espirito Santo e a Ceia do Senhor Jesus. No pão e no vinho (fruto da vide) o adorador recebe mediante a fé, o verdadeiro Corpo e o Sangue de Cristo. Porque celebrar a Santa Ceia é participar de tudo o que Cristo fez por nós. Nas águas do Batismo simbolicamente significa a identificação da pessoa com Jesus Cristo na Sua morte, sepultamento e ressurreição e também o seu ingresso no Corpo de Cristo, externando que a pessoa é Igreja de Cristo (Rom 6.3-5; Col 2.12). Com essas ações a Igreja simboliza sua fé; mediante disto, as ordenanças não são apenas ilustrações, «mas também canais prescritos para a recepção da graça Divina» Enquanto estamos neste mundo, as ordenanças e os símbolos são necessários. Somente um espírito desencarnado é que pode ignorar estes fatos. O cristianismo é uma religião espiritual e mística, mas, todavia, que tem os seus símbolos, que representam a verdade acerca do Cristianismo.
 Por isto, ao celebrarmos a Ceia do Senhor Jesus de modo correto e ordeiro, conforme os principio bíblicos, observando todo o estatuto para dela participarmos, podemos assegurar:
A) A Nossa genuína comunhão com Jesus Cristo: Ao participarmos da Santa Ceia estamos garantindo a nossa comunhão com Cristo, a Cabeça da Igreja. Afinal fomos chamados à comunhão com Jesus Cristo e através da Santa Ceia, ao participar-se dela é que nós demonstramos e provamos esta comunhão. A nossa comunhão com Cristo só é assegurada quando participamos do Seu Corpo e do Seu Sangue, quem não participa do Seu Corpo e do Seu Sangue não está em comunhão com Ele e, não tem a Vida Eterna (João 6.53–58). Ao celebrarmos da Santa Ceia, participamos da alegria, da vida, dos sofrimentos e da Glória de Jesus Cristo (2 Cor 1.3-7; 1 Ped 4.12-14). Afinal vivemos e participamos de Cristo (2 Cor 5.15). Cristo não é apenas o organizador da festa; Ele é a própria festa.
B) Nossa participação nos benefícios provindos do Sacrifício de Jesus Cristo: Na participação do Corpo e do Sangue de Cristo, demonstramos (tanto internamente como externamente) que seriamente temos aceitado o Sacrifício de Cristo e, que pela fé, assim fazendo, estamos compartilhando de todos os Benefícios oriundos daquEle Santo Sacrifício (Rom 3.24,25; 4.25; 5.6-21; 1 Cor 5.7; 10.16; Efés 1.5,7; 2.13; Cl 1.20; Heb 9-10; 1 Ped 1.18-21; Apoc 1.5). Ver o ponto acima.
C) Nossa comunhão com os demais membros do Corpo de Cristo: Primeiro é preciso termos comunhão com Cristo, a Cabeça do Corpo, mas também se faz necessário em ter comunhão como os demais membros do corpo de Cristo, a Sua Igreja (Atos 2.42: Filip 1.22; Col 1.18; 1 João 1.7). Ao celebrarmos a Santa Ceia de Cristo comprovamos a nossa «unidade espiritual» em Cristo Jesus e, que compartilhamos dos mesmos propósitos, da mesma fé, do mesmo amor, da mesma Palavra, das mesmas promessas, da mesma pureza e da esperança futura com Cristo na Sua Glória (João 17.21; Atos 20.34-38; Rom 12.5,10-20; 1 Cor 10.17; 12.12-27; Gál 3.28; Efés 4.13; 2 Tim 2.3). A Santa Ceia reúne todos os comprometidos com Cristo em torno dEle, pois está Presente conosco. Ninguém pode dizer que está em comunhão com Jesus Cristo e conosco se não participar do Seu Corpo e do Seu Sangue (João 6.53-58).

Ao Celebrarmos a Santa Ceia, estamos assegurando o nosso Arrebatamento para o céu: Alguém pode chegar a pensar que o arrebatamento da Igreja e a Ceia do Senhor Jesus são casos distintos, ou que o arrebatamento independe da celebração da Santa Ceia de Cristo. Todavia, aqueles que não participam da Santa Ceia de Cristo ou participam indignamente, podem estar preparados para o arrebatamento da Igreja de Cristo? a) Como estão preparados se não estão em comunhão com Cristo e com a Sua Igreja! b) Se não estão discernindo o Corpo e o Sangue de Cristo, nos elementos da Santa Ceia! c) Não estão participando dos benefícios oriundos do Sacrifício de Jesus Cristo! d) Se não estão em santificação! Por isso, dissemos com precisão, aqueles que comem o pão e o cálice do Senhor Jesus, conforme o estatuto contido nestes ensinamentos, estão preparados para a qualquer momento serem arrebatados (Sal 24.3-5; Mat 5.8; Col 2.10; Heb 12.14; 1 Cor 11.29). Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é o nosso «alimento e bebida espiritual» que satisfaz os anseios da nossa alma, significando participação no Cristo ressuscitado, garantindo-nos a Vida Eterna (João 6.32-32,48-58). Não podemos esquecer, que o simbolismo da Santa Ceia expressa a realidade espiritual e mística, da nossa participação no Sangue e no Corpo de Cristo. Sem essa participação espiritual e mística (contato genuíno), simbolizada pelo pão e pelo suco de uva, não temos qualquer garantia de salvação.